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quarta-feira, 1 de julho de 2015
Bertold Brecht, "O nascido depois"
Eu confesso: eu
Não tenho esperança.
Os cegos falam de uma saída. Eu
Vejo.
Após os erros terem sido usados
Como última companhia, à nossa frente
Senta-se o Nada.
Tradução de Paulo César de Souza.
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Poesia
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Bertold Brecht, "A minha mãe"
Quando ela acabou, foi colocada na terra
Flores nascem, borboletas esvoejam por cima...
Leve, ela não fez pressão sobre a terra
Quanta dor foi preciso para que ficasse tão
leve!
Tradução de Paulo César de Souza.
Copiado do site http://antoniocicero.blogspot.com/.
Flores nascem, borboletas esvoejam por cima...
Leve, ela não fez pressão sobre a terra
Quanta dor foi preciso para que ficasse tão
leve!
Tradução de Paulo César de Souza.
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